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dc.creatorSilva, Karen Pereira Freitas-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7515114636647419por
dc.contributor.advisor1Santos, Michelle dos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9952389458329176por
dc.contributor.referee1Pereira, Ana Carolina Barbosa-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4175947823804402por
dc.contributor.referee2Sgrazzutti, Jorge-
dc.contributor.referee3Vieira, Tiago de Jesus-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3653799090692079por
dc.date.accessioned2025-03-06T22:44:36Z-
dc.date.issued2024-05-29-
dc.identifier.citationSILVA, Karen Pereira Freitas. A moda passa, o estilo fica: a (a)temporalidade das criações icônicas nas biografias de Gabrielle Chanel. 2024. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Sul - Morrinhos, 2024.por
dc.identifier.urihttp://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1662-
dc.description.resumoGabrielle Chanel (1883-1971) é uma mulher francesa e criadora de moda do século XX. Ela é apontada como uma das estilistas mais influentes e tida como revolucionária por criar um estilo feminino alternativo àquele da Belle Époque e que é reverberado como atemporal. Estilo esse composto por alguns elementos que levam seu sobrenome até hoje como: o corte de cabelo Chanel, o vestido preto ou pretinho básico, perfume Chanel Nº5, tailleur Chanel, bolsa matelassê 2.55, Escarpim bicolor ou escarpim Chanel, entre outros. O objetivo é compreender como estilo e moda, permanência e mudança coexistem e constroem, por meio de biografias, a ideia de atemporalidade das criações icônicas de Gabrielle Chanel. As fontes da pesquisa são duas biografias indicadas como “confiáveis” pela grife Chanel: “A era Chanel” (2007), da jornalista francesa Edmonde Charles Roux e “Coco Chanel, a vida e a lenda” (2011), da jornalista britânica Justine Picardie. A problemática se desdobra em dois eixos: primeiramente, o paradoxo entre um estilo atemporal e permanente, quando ele está imerso no sistema de mudanças que caracteriza a moda e, em seguida, a produção de sentidos pela fonte biográfica e as relações entre biógrafas e biografada. A metodologia utilizada se pautou na conversão das advertências e potencialidades da biografia em ferramentas de análise do texto biográfico, a observação pormenorizada de marcadores temporais e recursos da linguagem e, por último, a instrumentalização de conceitos e categorias, como: a “ilusão biográfica”, a “dinâmica dos campos”, os “dispositivos de gênero”, o “presentismo”, o “espaço de experiência” e o “horizonte de expectativa” e a nachleben ou sobrevivência. Ao fim, percebeu-se a existência de duas atemporalidades. A “atemporalidade oficiosa” é aquela forjada, montada por Gabrielle Chanel em torno de si mesma e reafirmada como “memória desejável” por suas biógrafas e a “atemporalidade sobrevivente”, que diz respeito à sobrevivência eternizada, fantasmática, que escapa do controle da Casa Chanel e que se irradia no senso comum como sinônimo de elegância e sofisticação, principalmente pelas imitações.por
dc.description.abstractGabrielle Chanel (1883-1971) es una mujer francesa y creadora de moda del siglo XX. Es considerada una de las diseñadoras más influyentes y revolucionaria por crear un estilo femenino alternativo al de la Belle Époque y que es venerado como atemporal. Este estilo se compone de algunos elementos que llevan su apellido hasta el día de hoy, como: el corte de cabello Chanel, el vestido negro o vestidito negro, el perfume Chanel Nº5, el traje Chanel, el bolso acolchado 2.55, los zapatos de tacón bicolor o zapatos de tacón Chanel, entre otros. El objetivo es comprender cómo estilo y moda, permanencia y cambio conviven y construyen, através de biografías, la idea de atemporalidad de las creaciones icónicas de Gabrielle Chanel. Las fuentes de la investigación son dos biografías señaladas como “fiables” por la marca Chanel: “La era Chanel” (2007), del periodista francés Edmonde Charles Roux y “Coco Chanel, vida y leyenda” (2011), de la periodista británica Justine Picardie. El problema se desarrolla en dos ejes: en primer lugar, la paradoja entre un estilo atemporal y permanente, cuando está inmerso en el sistema de cambios que caracteriza a la moda y, en segundo lugar, la producción de significados por parte de la fuente biográfica y las relaciones entre biógrafos y biografiados. La metodología utilizada se basó en la conversión de las advertencias y potencialidades de la biografía en herramientas de análisis del texto biográfico, la observación detallada de marcadores temporales y recursos lingüísticos y, finalmente, la instrumentalización de conceptos y categorías, tales como: la “ilusión biográfica ”, la “dinámica de campos”, los “dispositivos de género”, el “presentismo”, el “espacio de experiencia” y el “horizonte de expectativa” y nachleben o supervivencia. Al final, se comprendió la existencia de dos atemporalidades. La “atemporalidad oficial” es la forjada, reunida por Gabrielle Chanel en torno a sí misma y reafirmada como “memoria deseable” por sus biógrafos y la “atemporalidad sobreviviente”, que concierne a la supervivencia eternizada, fantasmal, que escapa al control de la Casa Chanel y que irradia sentido común como sinónimo de elegancia y sofisticación, principalmente a través de imitaciones.spa
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dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual de Goiáspor
dc.publisher.departmentUEG ::Coordenação de Mestrado em Históriapor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEGpor
dc.publisher.programPrograma de Stricto sensu de Pós-Graduação em História (PPGHIS)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectModapor
dc.subjectGabrielle Chanelpor
dc.subjectEstilista francesapor
dc.subject.cnpqOUTROS::DESENHO DE MODApor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
dc.titleA moda passa, o estilo fica: a (a)temporalidade das criações icônicas nas biografias de Gabrielle Chanelpor
dc.typeDissertaçãopor
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