@MASTERSTHESIS{ 2024:1564637597, title = {Uso intenso da tecnologia e nomofobia em estudantes universitários: uma análise a partir do modelo dos cinco grandes fatores da personalidade}, year = {2024}, url = "http://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1660", abstract = "O objetivo geral desta dissertação é analisar o papel moderador dos traços de personalidade em alunos do ensino superior na relação entre nomofobia e intensidade do uso de tecnologia. Para tanto, a presente dissertação foi apresentada na forma de dois artigos independentes. O primeiro estudo refere-se a uma revisão sistemática da literatura (RSL) sobre nomofobia em estudantes universitários no Brasil. De forma geral, a RSL apontou altos índices de nomofobia e alguns casos de ansiedade e depressão como principais riscos do uso excessivo das tecnologias digitais, bem como verificou a existência de poucos estudos sobre o tema no país. O segundo estudo permitiu alcançar o objetivo principal da presente dissertação e buscou analisar o papel moderador dos traços de personalidade de alunos do ensino superior na relação entre nomofobia e intensidade de uso de tecnologia. Foram formuladas como hipóteses: H1) o neuroticismo vai intensificar a relação entre nomofobia e intensidade de uso das tecnologias; e H2) a conscienciosidade vai reduzir a intensidade da relação entre nomofobia e intensidade de uso das tecnologias. Para esse estudo, obteve-se uma amostra de 75 estudantes que responderam à Escala Reduzida dos Cinco Grandes Fatores da Personalidade (Abertura α = 0,727, Amabilidade α = 0,859, Conscienciosidade α = 0,801, Extroversão α = 0,874 e Neuroticismo α = 0,838), à Escala de Nomofobia (α = 0,916) e a uma medida de intensidade de uso de tecnologia. Verificou-se um percentual elevado de estudantes classificados como nomofóbicos. Além disso, chama atenção que as dimensões da personalidade se relacionaram com usos diferentes da tecnologia, embora apenas o neuroticismo tenha tido relação significativa com a nomofobia. Sobre a moderação, o neuroticismo intensificou a relação entre nomofobia e a intensidade de uso para redes sociais, bem como uso de aplicativos para serviços diversos. Em conjunto, a pesquisa aponta que apesar da nomofobia ser prevalente, existem características individuais (i.e. personalidade) que contribuem com sua compreensão.", publisher = {Universidade Estadual de Goiás}, scholl = {UEG ::Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Gestão, Educação e Tecnologias}, note = {UEG ::Coordenação de Mestrado em Gestão, Educação e Tecnologias} }