@MASTERSTHESIS{ 2018:656128072, title = {Padrão de consumo e comportamentos relacionados à dependência ao etanol em ratos adolescentes e adultos : influência do estresse neonatal e do sexo}, year = {2018}, url = "http://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1789", abstract = "A exposição ao estresse no início da vida pode influenciar de forma diferenciada a propensão ao consumo e à exibição de comportamentos relacionados à dependência ao etanol. Entretanto, não há consenso na literatura se estas diferenças são influenciadas pelo sexo e idade. Assim, este estudo investigou os efeitos da exposição à separação materna sobre o consumo e a preferência condicionada por lugar (PCL) ao etanol em ratos adolescentes e adultos, machos e fêmeas. Para tanto, ratas Wistar prenhes (n = 32) foram distribuídas em três grupos experimentais: controle, separação materna breve e prolongada. Após o nascimento, os filhotes dos grupos separação materna foram mantidos afastados de suas mães nos dias pós-natais (DPN) 2 ao 10, uma vez ao dia, por 15 e 180 minutos, respectivamente. Os filhotes do grupo controle não foram manipulados do DPN 2 ao DPN 21, a não ser para a limpeza das caixas. Quando os animais completaram 28 dias de idade (adolescentes), metade da ninhada de cada grupo foi avaliada nos testes do Labirinto em Cruz Elevado (LCE), consumo de etanol por livre escolha e preferência condicionada por lugar (PCL) ao etanol. A outra metade da ninhada foi avaliada nos mesmos testes, porém na idade adulta, ou seja, a partir dos 70 dias de vida. Os resultados mostraram que no teste do LCE não houve diferença nos parâmetros convencionais de ansiedade entre os animais dos grupos controle, separação materna breve e prolongada tanto em adolescentes e adultos, quanto em machos e fêmeas. Na análise do consumo total de etanol em animais adolescentes não foi observada diferença entre os grupos em ambos os sexos. Contudo, os machos adolescentes do grupo separação materna prolongada consumiram mais a solução de etanol a 4% em relação ao controle. Na idade adulta, o consumo total de etanol em machos do grupo separação materna prolongada foi maior quando comparado aos demais grupos. Adicionalmente, esses animais consumiram mais a solução de etanol a 8% do que os dos grupos controle e separação materna breve. Em relação às fêmeas adultas, foi observado que o consumo total de etanol em animais que foram separados de suas mães por períodos breves e prolongados foi maior em relação ao controle. No teste de preferência condicionada por lugar em animais adolescentes, verificou-se que a dose de 1,0 g/kg de etanol foi capaz de induzir PCL nos grupos separação materna prolongada de ambos os sexos. Na idade adulta, as doses de 0,5 g/kg e 1,0 g/kg de etanol induziram a PCL nos machos dos grupos separação materna breve e prolongada, respectivamente. Por outro lado, não foi observada indução da PCL com as doses de 0,5 g/kg e 1,0 g/kg de etanol nas fêmeas adultas. Em conjunto, os resultados mostraram que a exposição à separação materna breve e prolongada não induziu comportamentos relacionados a ansiedade nos animais. Entretanto, o protocolo de separação materna prolongada aumentou os efeitos reforçadores do etanol nos modelos de consumo e PCL, determinando diferenças nos comportamentos relacionados à dependência entre os adolescentes e adultos, machos e fêmeas.", publisher = {Universidade Estadual de Goiás}, scholl = {Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Ciências Aplicadas a Produtos para Saúde (PPG-CAPS)}, note = {UEG ::Coordenação de Mestrado em Ciências Aplicadas a Produtos para Saúde} }